A programação de um aparelho auditivo deve considerar o resultado da avaliação auditiva, as situações em que a pessoa mais precisa ouvir e a experiência relatada durante a adaptação. Por isso, mudanças de volume, frequências e recursos não devem ser tratadas como uma configuração única para todas as pessoas.
Ao longo do uso, retornos de acompanhamento ajudam a identificar situações em que o som ainda parece forte, fraco ou pouco natural. Com essas informações, o profissional pode revisar a programação e orientar o uso de forma mais adequada à rotina.
Se o aparelho passou a apresentar som diferente, desconforto ou perda de desempenho, vale também verificar limpeza, filtros, domos, tubos e outros componentes antes de concluir que o problema é apenas de regulagem.